Décadas:
1950 |
1960 |
1970 |
1980 |
1990 |
2000
Década de 1950
- ALBUQUERQUE, Moacir Borges de. Linguagem de Gilberto Freyre. 1954. 69p. Tese (Doutorado)-Instituto de Educação de Pernambuco, Recife, 1954.
- Localização do Documento: PE-UFPE/BC
Década de 1960
- O´HALLORAN, Thomas John. The life and master writings of Gilberto Freyre. 1963. Dissertação (Mestrado)-School of Arts and Science of New york University, New York, 1963.
Década de 1970
- LUSTOZA, José Rodrigues. A tipologia humana na trilogia clássica de Gilberto Freyre. 1971. Dissertação (Mestrado)-Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade Federal da Bahia, Salvador, 1971.
- Localização do Documento: BA-UFBA/BC
Década de 1980
- COUTINHO, Edilberto. A ficção do real em Gilberto Freyre. 1981. 322p. Tese (Doutorado)-Faculdade de Letras, Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1981.
- [texto completo em PDF]
- CUNHA, Antônio Henriques Gonçalves. Políticas de um sociólogo culturalista. 1986. 168p. Dissertação (Mestrado)-Recife, 1986.
- Localização do Documento: PE-UFPE/BC
- D"Andrea, Moema Selma. A tradição re(des)coberta: o pensamento tradicionalista de Gilberto Freyre no contexto das manifestações culturais e/ ou literárias nordestinas. 1987. 257f. Dissertação (Mestrado)-Instituto de Estudos da Linguagem, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, 1987.
Década de 1990
- VAREJÃO, Paulo Roberto Azevedo. Rituais de poder na obra de Gilberto Freyre. 1992. 111p. Dissertação (Mestrado)-Departamento de História, PUC, São Paulo, 1992.
- Aborda algumas das inúmeras temáticas distribuídas pelo conjunto da obra de Gilberto Freyre. Inicialmente, situa os pressupostos básicos que organizam e dão sentido ao pensamento gilbertiano. A mística do sangue, tema dos mais recorrentes nos escritos de Freyre, se vincula, na sua origem aos textos genealógicos do período colonial. Gilberto Freyre sempre encontra, a todo momento e por toda parte, a existência de laços sentimentais que, resistindo a qualquer mudança "revolucionária", permanecem vinculando as pessoas à antiga ordem. É na disposição dos móveis na sala, na maneira de se falar, comer e vestir que, por exemplo, são reafirmadas cotidianamente as relações sociais autoritárias e hierárquicas.
- Localização do Documento: Biblioteca Nacional
- LIMA, Mário Hélio Gomes de. Gilberto historiador. 1994. Dissertação (Mestrado)-Centro de Filosofia e Ciências Humanas, Universidade federal de Pernambuco, Recife, 1994.
- Uma análise crítica da obra de Gilberto Freyre, defendendo que é necessária uma leitura isenta, desprovida de contaminações ideológicas, para enfrentar com sucesso um autor tão controvertido e complexo de bibliografia vasta, mas ainda insuficientemente explicado. Sendo Gilberto Freyre um dos fundadores de uma interpretação radical da história brasileira, e também iniciador ou precursor de métodos hoje empregados largamente - mas revolucionários na sua época - exige-se um rigor de análise que não se deve deixar seduzir pela crítica fácil. Pretendendo ser uma dissertação de análise também textual, cita-se fartamente a obra de Gilberto Freyre. Em resumo, a dissertação é uma tentativa de contribuição para uma nova interpretação de Gilberto Freyre.
- Localização do Documento: PE-UFPE/BC
- CARVALHO, Renata Farias de. Região e tradição: o protofacismo francês e a obra de Gilberto Freyre. 1997. 37p. Monografia-Instituto de Filosofia e Ciências Sociais, Universidade do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1997.
- Monografia baseada na obra de Sternhell, das relações estabelecidas entre a Action Française, a virada de século na França, o pensamento de Maurras e o fascismo histórico alemão da década de 30. Depois são destacados os conceitos de nação, região e tradição, que são analisados mais especificamente numa segunda parte, para depois analisar os mesmos conceitos na obra de Gilberto Freyre da década vinte, ressaltando a interpretação da colonização e da nacionalidade brasileiras; a valorização do negro na formação da cultura brasileira; e o sistema econômico implantado no Brasil pelo colonizador português.
- Localização do Documento: RJ-UFRJ/IFCS
- MARQUES, Helena Maria de Barros. Manifesto Regionalista de 1926: proclamação e sagração da "autorictas" gilbertiana. 1998. 32p. Monografia-Fundação Joaquim Nabuco, Recife, 1998.
- [texto completo]
Década de 2000
- CUNHA, Helena S. Bocayuva. O tema do excesso sexual em Gilberto Freyre: Casa-grande & Senzala e Sobrados e Mucambos. 2000. 100f. Dissertação (Mestrado)-Universidade do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2000.
- BOULOS JÚNIOR, Alfredo. África, africanos e brasileiros em Casa-Grande & Senzala, de Gilberto Freyre. 2001. Dissertação (Mestrado)-USP, São Paulo, 2001.
- Essa disertação analisa a representação do negro e do brasileiro em Casa-Grande & Senzala, e a relação que Gilberto Freyre estabelece entre um termo e outro. A hipótese central é que, ao estabelecer uma relação de exterioridade entre a categoria negro e a categoria brasileiro, Freyre tem a escravidão como parâmetro. Para organizar a discussão dividiu-se o trabalho em três capítulos. O primeiro procura descrever o modo de inserção da África e dos africanos em Casa-Grande & Senzala. O segundo discute as possíveis relações entre fontes, escritas e filiações do nosso autor. O terceiro busca debater e qualificar a relação que Freyre estabelece entre "negro" e "brasileiro".
- CANDEAS, Alessandro Warley. Tropiques, culture et développement au Brésil: la Tropicologie de Gilberto Freyre. 2002. Tese (Doutorado)-Ecole des Hautes Etudes en Sciences Sociales, Paris, 2002.
- [texto completo em PDF]
- TUNA, Gustavo Henrique. Viagens e viajantes em Gilberto Freyre. 2003. Dissertação (Mestrado)-Unicamp, Campinas, 2003.
- A dissertação trata do modo como os depoimentos dos viajantes estrangeiros apareceram na obra de Freyre para construir os três personagens de sua interpretação da formação da sociedade brasileira: o português, o índio e o escravo. Para este exercício, a dissertação concentra-se na análise de três obras de Freyre: Social life in Brazil in the middle of the mineteenth century, Casa-Grande & Senzala e Sobrados e Mucambos. Mostra como além dos viajantes, as viagens de Gilberto Freyre através dos textos ou feitas pessoalmente, também foram importantes na construção de seus métodos históricos e na construção das singularidades da formação da sociedade brasileira.
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